de Capuccini Brasil

Vitamina D para maiores de 60 anos

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Hoje todos sabem que a Vitamina D é uma vitamina essencial para a saúde na terceira idade, pois é importante para os ossos, músculos e sistema imunológico.

Estudos têm demonstrado que a vitamina D produz aumento de força muscular em idosos, com aumento do peso e da força da mão dominante. Outros estudos comprovam que a vitamina D aumenta a formação de ossos e a sua deficiência apresenta maior risco de quedas e fraturas.

Evidências mais recentes têm mostrado que a vitamina D é importante para manter as defesas do organismo, pois pessoas com deficiência de vitamina D podem desenvolver uma série de problemas de saúde, como: problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe, resfriado e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1.

Estudos epidemiológicos sugerem uma marcante associação entre a deficiência de vitamina D e o aumento da incidência de doenças autoimunes. Vários estudos clínicos e epidemiológicos também têm demonstrado que a deficiência de vitamina D está envolvida no aparecimento de alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e inclusive o câncer de pele.

 

Como obter vitamina D?

Tomar Sol de 15 a 20 minutos ao dia – apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estes não possuem a quantidade suficiente de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de Sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.

Ao se expor ao Sol para obter a vitamina D, é importante não passar o filtro solar. E para estar seguro contra os raios UV e evitar o câncer de pele, tome Sol até as 9:00 da manhã e após as 16:00 da tarde. Após os 15 a 20 minutos de exposição recomendados para obter a vitamina D, passe o protetor solar.

É importante sempre procurar um profissional da saúde a fim de saber se apenas o Sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação.

Comer alimentos de origem animal – até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Por isso, tomar Sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.

Outros alimentos de origem animal para obtenção da vitamina D são: peixes como atum e sardinha em conserva, cavala, truta (e outros peixes), ovos, leite enriquecido e carne bovina. Alguns leites de soja e de arroz também enriquecidos são uma boa opção para quem não quer ou não pode consumir leite animal. Alguns cogumelos produzidos na luz do dia (procure nas embalagens) podem ser fontes para vegetarianos e sucos industrializados também enriquecidos são fontes de vitamina D.

Uso de suplementos de vitamina D

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue. Lembre-se: sempre com orientação médica ou de outro profissional da saúde, como um nutricionista.

Riscos do consumo em excesso de vitamina D

É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Há o risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que os mais afetados são os rins, que podem chegar a perder sua função.

Por isso, fique atento e faça exames periódicos de sangue, para manter um acompanhamento das funções normais do organismo com um médico.

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