de Capuccini Brasil

O que existe dentro dos melhores shampoos

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Todo mundo sabe que um bom  shampoo pode fazer milagres pelos cabelos e que eles não mais se limitam a apenas limpar e perfumar os fios. As versões mais modernas são capazes de alisar, reduzir o frizz, ativar os cachos, realçar o brilho do reflexo, aumentar a duração das tinturas ou dar volume aos cabelos mais finos, isso sem falar nas já conhecidas ações anticaspa e antiqueda. O que as pessoas não sabem, porém, é o que vai dentro de cada uma destas “maravilhas cosméticas” que hoje são um item de beleza e higiene indispensável das mulheres, dos homens e até das crianças. Por isso preparamos um guia de ingredientes que conta tudo, ou quase tudo, que deve conter num bom shampoo. Confira:

– Tensoativos ou Detergentes: É o nome que se dá àquelas substâncias que são responsáveis pela limpeza dos fios e do couro cabeludo e que além de limpar e desengordurar, ainda fazem a “espuma” que torna a experiência de lavar os cabelos muito mais agradável. Dentre os tensoativos mais comuns estão o lauril éter sulfato de sódio, usado na grande maioria dos produtos do mercado, fabricado a partir da gordura do coco, e, sendo muito potente, é indicado para limpar os cabelos mais oleosos e aqueles com caspa. Mas também já se pode encontrar shampoos mais sofisticados formulados com tensoativos derivados da oliva, da manteiga de karitè e até do açúcar do milho. Estes últimos são muito mais suaves e delicados para os fios e são indicados para quem tem o couro cabeludo sensível ou para quem danificou os fios com o excesso de tinturas ou alisamentos.

– Gorduras Vegetais: Pode parecer estranho, mas todo shampoo contém uma boa porção de gordura de fonte vegetal. O motivo é simples: enquanto os tensoativos eliminam a gordura “suja” que recobre os fios, o bom shampoo deve recobri-los com “gordura limpa”. Caso contrário, os fios se desidratariam e ficariam muito secos após cada lavagem. Embora a gordura do coco também seja aqui a mais utilizada, já temos no mercado shampoos que contam em sua formulação com gorduras mais nobres como as do cupuaçu, do illipê e da semente da manga.

– Agentes Condicionantes: Se você perguntar para sua avó, ela se lembrará de quando os primeiros shampoos chegaram ao Brasil e de como deixavam os cabelos eletrificados e difíceis de pentear. Até 20 anos atrás, o uso de um creme condicionador era obrigatório sob pena de não se conseguir pentear os fios após a lavagem. Hoje em dia, porém, o costume mudou e já é inadmissível que um shampoo não faça ao mesmo tempo a função tanto de limpeza quanto de condicionamento dos fios graças à descoberta de substâncias que neutralizam toda a eletricidade dos fios e os deixam macios e muito fáceis de pentear. Estes agentes são geralmente derivados de plantas e não danificam nem os fios e nem o couro cabeludo.

– Proteínas: É muito comum vermos nos rótulos de shampoos uma infinidade de tipos de proteínas diferentes que enriquecem as novas formulações: proteínas do trigo, da seda, do arroz, do leite e por aí vai. Todas são muito boas e importantes principalmente para quem faz tintura e alisamento e, desta forma, acaba danificando as cutículas que revestem os fios do cabelo. Estas proteínas presentes nas formulações irão funcionar como verdadeiros “cimentos” tampando os pequenos orifícios provocados tanto pelos procedimentos químicos como pelo uso diário de secador e deixando as cutículas “reparadas”.

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