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Cigarro também prejudica a pele

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Há muito tempo, estudos científicos comprovam os diversos males que o tabaco causa à saúde: doenças do sistema cardiovascular, doenças no sistema respiratório, enfisema, câncer etc. Pesquisadores, no entanto, comprovaram também, em pesquisa realizada recentemente, que o fumo de tabaco tira a beleza e elasticidade da pele, causando envelhecimento precoce.

O estudo foi feito por pesquisadores de Nagoya, Japão. Eles comprovaram que os efeitos do fumo contribuem diretamente para o envelhecimento cutâneo precoce, ou seja, o tabagismo reduz a síntese de colágeno e aumenta a produção de metaloproteinases de matriz (MMP), enzimas que degradam o colágeno (substância proteica de fibras), levando a um desequilíbrio na pele. Além disso, há formação de radicais livres que também aceleram o envelhecimento da pele. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) 16% da população brasileira são fumantes. A OMS também estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo.

O fumante passa por grandes transformações nos seus órgãos vitais no decorrer da vida, sendo a pele uma delas. O tabagismo está  correlacionado a muitas condições dermatológicas, tais como má cura de ferimento, envelhecimento cutâneo precoce, carcinoma celular escamoso, melanoma, câncer de boca, acne, psoríase e queda de cabelo.

Uma grande saída para os efeitos que o cigarro causa a pele é o Creme Real Pró-Resiliência Royal Jelly da Germaine de Capuccini, que é indicado para peles especialmente apagadas, fadigadas, expostas ao stress, poluição e inclusive pele de fumantes. O creme funde-se instantaneamente, deixando a pele nutrida, sedosa, consistente e luminosa.

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